Recém-nascidos para leigos

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Após anos atendendo bebês recém-nascidos (RN) em Pronto Socorros levados por queixas de alterações normais para a idade, este livro foi idealizado com o intuito de trazer informações básicas, de forma sucinta e prática, para que os pais tenham mais segurança e tranquilidade quando o bebê chegar.

Poucas experiências humanas alcançam os níveis de stress, ansiedade, dor e tumulto emocional ocorridos durante um parto e no pós-parto imediato. Nesse momento quanto mais informados os pais, mais seguros irão se sentir quando vier o bebê.

Ao se verem sozinhos com aquele “serzinho esquisito”, acabam apresentando muitos anseios e dúvidas, e algumas situações podem mesmo ser assustadoras para o desavisado.

Trazer algum conforto e orientação é o objetivo principal desta obra .

Tenha acesso a esse e-book: clique aqui. 

Dr Leandro D. Buck

Meu filho tem Influenza! E o antibiótico?

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A gripe causa pelo vírus Influenza é uma infecção que causa febre (temperatura maior que 37,8ºC), tosse, dor pelo corpo, entre outros sintomas.

Existem diferentes formas de gripe, incluindo sua forma sazonal, como a pandemia de 2009-2010 de H1N1, a conhecida “febre suína”, e a “gripe aviária”. Todas as formas de gripe são causadas por vírus, portanto não são tratadas com uso de antibióticos, como a Amoxicilina.

A infecção pelo vírus Influenza pode ser perigosa, mas a maioria das crianças passa por ela por conta própria, sem nenhum problema. Todavia, algumas pessoas precisam ir para o hospital por sua causa, e há ainda casos de pacientes que morrem desta infecção.

Isso acontece pois o vírus Influenza pode causar uma infecção pulmonar mais séria, chamada Pneumonia. Esta é a maior razão que temos em primeiro lugar, evitar pegar esta gripe.

Existem vários exames para determinar a presença do vírus Influenza em uma criança, mas um exame clínico simples é capaz de diagnosticar este problema, e na grande maioria das vezes os exames são indicados apenas em casos específicos e de grande gravidade.

Para se proteger, e ao seu filho, de uma gripe por Influenza você deve:

  • Lavar as mão.
  • Evitar contato com pessoas doentes
  • Fazer o uso da vacina anual contra gripe.

Se você acha que seu filho tem sintomas de gripe o importante é repousar e fazer uso de muita água. O uso de anti térmicos como o paracetamol e dipirona em dose adequada também pode ser realizado, se necessários.

Para as crianças, lembre-se, não faça uso de aspirina, ou remédios que contenham aspirina, pois ela pode causar um problema sério, chamado síndrome de Reye.

A maioria das pessoas melhoram em 1 a 2 semanas, mas precisam procurar um serviço médico caso apresentem:

  • Dificuldade para respirar
  • Dor ou pressão do peito
  • Apresentem tontura ou desmaio
  • Apresentem confusão
  • Vômitos que não param
  • Apresentem colocação azulada ou arroxeada
  • Não acordam
  • Manchas vermelhas pelo corpo

Se chegar em um hospital e acha que tem gripe, o mais correto é avisar alguém do local do cuidado de saúde para que receba ma máscara ou aguardar em local mais isolado para que não ocorra maior transmissão do vírus.

Para a gripe causada por Influenza, existe tratamento específico, sendo indicado o uso de Oseltamivir, o qual deve ser indicado pelo seu médico em casos específicos, como em crianças menores de 5 anos ou com comorbidades graves.

Este ano 2017, a circulação do vírus Influenza A H1N1 se mostrou extremamente reduzida em relação aos anos anteriores, e o subtipo prevalente é a Influenza A H3N2, como mostram os relatórios anuais sobre a circulação de Influenza.

Deste modo, procure um hospital somente quando necessário, saiba que quase sempre nenhum exame complementar, como radiografia de tórax, é necessário para o diagnóstico, e colabore com o combate ao vírus evitando contato com pessoas doentes e lavando as mãos.

Dr. Thiago Olivetti Artioli CRM- SP 163850

 

As famosas cólicas do lactente


Cólica do lactente é o termo utilizado para descrever os bebês que choram excessivamente sem apresentar uma razão aparente. 

É definida pelo choro por mais de 3 horas diárias, em mais de 3 dias por semana. Costumam se iniciar no final da tarde ou inicio da noite  – sim, bem no momento onde todos estão mais cansados… – e muitas vezes no meio da madrugada – sim, sim, quando todos estão mais cansados ainda e pretendiam tentar dormir um pouco…

​Uma situação muito corriqueira em pronto socorros são pais que procuram atendimento médico na madrugada com a queixa: – Dr. ele não pára de chorar há horas … – e entram no consultório com seus bebês dormindo como anjinhos, deixando os pais com cara de tacho. Mas sabemos que não estão inventando, fiquem tranquilos. O passeio de carro resolveu o problema, como falaremos mais a frente.

Se inicia geralmente entre 3a e 6a semana de vida, porém em alguns casos pode se iniciar antes, e melhora em torno do 3o-4o mês de vida. É extremamente comum e ocorre em até 40% de todos os recém-nascidos. Ainda não se sabe a razão exata pela qual elas ocorrem, sendo uma situação benigna, sem implicações na saúde da criança – apenas na saúde dos pais… – e com resolução espontânea com o crescimento do bebê. (graças a Deus, né?)

​Apesar disso, é uma das situações mais angustiantes para os bebês, pais e também para os pediatras, por não haver ainda um tratamento efetivo.

O padrão de choro de cólica difere do choro normal do bebê por algumas características:

➢ Episódios de choro duram um total de mais de três horas por dia, por pelo menos 3 semanas.

➢ Cada episódio de cólica tem início e fim claros. O choro se inicia abruptamente e de repente cessa, como se nada estivesse acontecendo. Após um periodo mais ou menos curto de calmaria, se inicia novamente.

➢ O choro é mais intenso, alto e agudo do que o choro “normal”. Parecem gritar e estar sofrendo.

➢ Podem apresentar alguns sintomas durante o episodio de cólica:

⇒ O rosto ficar vermelho e a boca pálida.

⇒ A barriga distendida e endurecida.

⇒ Encolherem as pernas os pés ficarem frios

⇒ Fechar as mãos com força

⇒ Arquear o tronco

➢ Durante a cólica, os bebês são difíceis ou impossíveis de se acalmar, não importa o que os pais façam. O choro pode cessar após uma evacuação.

 OUTRAS CAUSAS DE CHORO EXCESSIVO

 Bebês choram por todos os motivos, portanto os pais devem avaliar se não há nenhuma causa identificável :

➢ Fome – tente alimentar o bebê para ver se a fome é o problema. Embora a maioria dos lactentes jovens (menores de três meses) se alimentem a cada duas a quatro horas, todos os bebês passam por períodos em que vão querer se alimentar com mais frequência (geralmente durante surtos de crescimento).

➢ Dor – verificar se o desconforto não é devido a alguma doença ou lesão física:

o Sentir a pele para avaliar frio, calor ou febre. Se estiver quente, medir a temperatura.

o Verificar se a roupa ou fralda está muito apertada ou se um cabelo não se enrolou em torno de um dedo do pé ou mão ou atê pênis (chamado torniquete de cabelo).

o Alguma infecção.

➢ Cansaço ou superestimulação – bebês muitas vezes choram quando tornam-se cansados ou muito excitados por brincar ou serem manipulados. Oferecer uma chupeta, ou uma mudança de ambiente (como um passeio de carro ou carrinho) pode ajudar o bebê a adormecer.

➢ Sensibilidade a alimentos –Alguns alimentos ingeridos pela mãe podem ter efeito sobre a composição de seu leite , causando alteração do hábito intestinal do bebê, assim como cólicas.

➢ Alergias – Da mesma forma, partículas dos alimentos ingeridos pela mãe podem passar pelo leite e causar alergia; ou fórmulas infantis a base de leite de vaca ou soja. Nestes casos a criança pode apresentar vômitos, diarréia ou constipação, sangue nas fezes, manifestações na pele, irritabilidade intensa, recusa alimentar, entre outros. Os alimentos mais frequentemente envolvidos são leite de vaca, ovo, trigo , soja, nozes e castanhas, peixes e frutos do mar.  

Alguns mitos:

➢ Bebês não choram para manipular os pais

➢ Você não estará mimando ele em dar colo ou tentar acalmá-lo

➢ Dimeticona (Luftal ®), analgésicos ou chás não estão indicados em casos de cólica.

Então o que fazer?

Primeiramente, ter um pediatra para lhe dar suporte e tirar as dúvidas.

Algumas medidas podem ser tentadas, inicie cada uma individualmente para ver qual seu filho responde melhor:

➢ Amamente-o em uma posição sentada e deixe arrotar várias vezes, mantendo-o por mais tempo na posição ereta após mamada.

➢ Dê colo mais vezes durante o dia , tente faixas (sling) ou suportes frontais.

➢ “Ruidos brancos” ( barulhos constantes e graves) acalmam os bebês. Tente uma volta de carro ou colocar o berço ou moisés em local onde se ouça máquina de lavar louça, secadora de roupas, secador de cabelo, etc.

Há também aplicativos para celular para este fim.

➢ Dê a seu bebê uma chupeta.

➢ Ponha ele em um balanço de bebê.

➢ Massageie e use bolsas de água morna na barriga

➢ Dê um banho quente. 

➢ Pode-se tentar exclusão de alguns alimentos por um período para avaliar a resposta do bebê. Porém, mudanças na alimentação da mãe e do bebê devem ser acompanhadas e direcionadas por um médico.

➢ Faça um “charuto”/ “temaki de bebê” com alguma coberta fina, mantendo suas mãos próximas ao tronco. Dessa forma se sentem confortados.


Os objetivos das medidas para cólica são diminuir o choro da criança, ajudar sua família lidar com essa situação difícil e prevenir dificuldades nas relações familiares.

Pais de bebês com cólica frequentemente se sentem frustrados, irritados, exaustos, culpados e indefesos por ver seu filho chorando e não conseguir fazer o sofrimento passar. Mas lembre-se : Esses sentimentos são normais e não indicam que são incapazes ou indignos de cuidar de seu filho. 

Faça uma pausa. É muito difícil suportar um bebê chorando por horas. Se estiver sozinho, deixe-o num lugar seguro por alguns minutos para dar uma respirada e tomar novo ânimo. Se possível, chame algum conhecido para ficar com o bebê por algum tempo. Isso é importante, pois os pais podem “perder a cabeça” e ferir seu filho ou chacoalha-lo com intuito de fazê-lo parar de chorar, chamado de síndrome do bebê sacudido, causando lesões cerebrais ou morte. Portanto nunca chacoalhe seu bebê. Se estiver perdendo a cabeça, deixe-o num berço seguro e ligue para alguém para pedir ajuda.

Se nada disso funcionar, houver algum sinal de algo mais grave, ou na dúvida, converse com seu pediatra.

 

Dr. Leandro D. Buck CRM-SP 135.807, Gastropediatra, atende em seu consultório Av. Brig. Luís Antonio, 3241 Cj 508 Tel (11) 30515759
 

A controvérsia sobre os sabonetes antibacterianos


Alguns ingredientes que são comuns em alguns sabões e sabonetes antibacterianos perderam a permissão de seu uso nos Estados Unidos, pelo Food And Drug Administration (FDA). 

Foi informado à população que ingredientes como o triclosano e triclorocarbanilida, que há algum tempo já estavam ligados a alterações hormonais e resistência bacteriana, não poderão mais ser utilizados.

O que ocorreu foi que há muito tempo, desde 2013, a agência esperava algum estudo científico que comprovasse a eficácia do uso dessas substâncias no uso diário, comparados com sabão comum e água.

Os fabricantes, no entanto, não demonstraram resultados satisfatórios, o que conclui que o uso de sabão comum e água ainda é a melhor maneira para higienizar as mãos.

A regra, nos Estados Unidos, vale apenas para produtos que precisem de água, ou seja, lenços umedecidos e soluções higienizantes ainda podem conter os ingredientes.

No Brasil, em 2012, uma prova foi realizada pela organização Proteste, que também não evidenciou a eficácia de alguns produtos comercializados em território nacional.

De imediato, para a população geral fica a necessidade de atenção para a composição dos produtos que utilizamos em nós e em nossos filhos, e que o uso de sabonetes comuns, com aromas suaves, liberados pela Anvisa, ainda são a melhor opção para higiene pessoal.

Dr. Thiago Olivetti Artioli CRM-SP 163850

Meu filho engoliu uma moeda!

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As crianças têm um risco maior do que os adultos de engolir objetos pequenos. Elas engolem moedas, brinquedos pequenos, anéis, ou baterias.

Geralmente quando alguém engole um objeto não há perigo extremo, pois o mesmo pode passar pelo trato digestório sem causar problemas.

Quando há algum problema, os sintomas são:

  • Dificuldade para engolir comida
  • Salivação
  • Dor no pescoço ou peito
  • Tosse, dificuldade para respirar ou respiração ruidosa

Esse sintomas ocorrem mais comumente quando há algum problema com o esôfago, quando o objeto fica preso ali.

Quando uma criança engole um objeto, o correto é procurar ajuda em serviço de saúde.

Após o atendimento pode haver necessidade de realizar um exame de raio-X, pois podem aparecer no exame.

Alguns objetos precisam ser retirados prontamente do corpo, e outros não. Isso depende:

  • Do tipo de objeto, se este pode provocar algum dano ao corpo, como baterias e ímãs, além de objetos pontiagudos, longos, ou feitos de chumbo.
  • Do local em que estão no trato digestório, pois objetos no esôfago precisam ser retirados prontamente.
  • Dos sintomas apresentados pelo paciente.
  • Do tempo em que o objeto está no corpo.

Se o objeto não precisa ser removido o médico pedirá para checar a saída do mesmo na observação das fezes, realização periódica de radiografias e se há sintomas de lesão ao trato digestório, tais como:

  • Febre
  • Náuses e vômitos
  • Dor abdominal
  • Sangue nas fezes

E como retirar o objeto? Para fazer a retirada do esôfago ou estômago, o médico solicitará a realização de uma endoscopia digestiva alta, um procedimento no qual um tube delgado com uma câmera e uma lanterna em seu final é introduzido na boca do paciente. Deste modo o objeto pode ser encontrado e retirado.

A retirada de um objeto no intestino já pode ser mis complicada e necessitar de um procedimento cirúrgico.

De um jeito ou de outro, o importante é evitar que isso ocorra com atenção às ações da criança, e se ocorrer, buscar serviço médico.

Dr. Thiago Olivetti Artioli CRM-SP 163850

 

Você já comprou um andador?

É muito emocionante ver uma criança dar seus primeiros passos, mas até onde devemos incentivar nossos filhos a realizá-los?

Falar sobre andadores parece desatualizado, pois hoje em dia já perderam a atenção que obtiveram quando estavam na moda, nos anos 90. Mas a verdade é que muitos pais ainda o utilizam e  consideram item básico no cuidado de uma criança.

A verdade nua e crua é que o uso do andador atrasa o desenvolvimento motor do bebê, e ainda muito mais o desenvolvimento mental da criança, e são responsáveis por muitos acidentes domésticos.

Os andadores permitem a mobilidade além da capacidade natural do bebê, levando-os a alcançar objetos perigosos e inúmeras quedas de escadas.

O assunto de maneira alguma é uma brincadeira. O Canadá já baniu os andadores em 2004, com uma multa de 100000 dólares para a posse de um andador até 6 meses de prisão.

Naturalmente, logo após os 6 meses de idade a criança começa a apresentar uma vontade muito grande de se mover pelo chão, esticando os braços, rolando, ou engatinhando e eles ficam muito felizes quando alcançam seu objetivo, como o de pegar um brinquedo, por exemplo.

Os bebês que usam o andador acabam pulando esses passos de desenvolvimento, com seus pés em uma posição estranha, movendo-se antes do tempo programado.

Os maiores atrasos, todavia, são os encontrados no desenvolvimento mental, que permanecem até 10 meses após o uso do andador.

Pense bem antes de adquirir um andador, e tenha em mente os perigos que este item pode oferecer a seu filho. E lembre-se, se você quer que seu bebê se desenvolva da melhor maneira possível a fórmula ainda é oferecer uma boa nutrição, carinho e atenção.

Dr. Thiago Olivetti Artioli CRM-SP 163850

 

 

 

O que é Virose?

Mas então o que é essa tal virose? 🤔

Virose é o nome popular para infecções virais que englobam inúmeros tipos de vírus. Estes são organismos microscópicos que podem causar diversas doenças no ser humano, algumas podendo ser graves, porém a enorme maioria é benigna e autolimitada.

Dentro das doenças causadas por vírus , podemos ter desde quadros graves agudos como Dengue e Chikungunya, doenças crônicas como o HIV/AIDS, passando por quadros mais brandos como Diarreias e Resfriados comuns.

As crianças são muito mais suscetíveis a serem contaminadas por vírus, pois além de terem menor discernimento, levando quase tudo a boca, terem contato próximo entre os coleguinhas e não possuírem as noções corretas de higiene, ainda não apresentam a imunidade de um adulto. Esta é a razão de na maioria das vezes que seu filho é levado a um médico com quadro de febre, ele leva o diagnóstico de “só uma virose”.

Os quadros comuns não possuem tratamento específico e não precisam do diagnóstico de qual vírus está causando a infecção, pois, como dito, são autolimitados, ou seja , ele tem um ciclo de vida determinado até o momento onde o próprio sistema imunológico (defesa do nosso corpo) irá combatê-lo. Por isso não precisam de antibióticos.

Estes casos são tratados com sintomáticos apenas, como:

  • antitérmicos e analgésicos
  • antiemeticos
  • higiene nasal e inalação com soro
  • hidratação
  • e, o principal, carinho e paciência .

Apesar disso,  qualquer quadro viral pode complicar com infecções bacterianas secundárias, tais como otites, sinusites, pneumonia, ou desencadear crises de doenças crônicas, como asma.

Sendo assim, para evitar maiores preocupações e idas desnecessárias ao pronto socorro, seguem as orientações gerais de como lidar com a famosa virose.

As Viroses comuns e benignas podem apresentar os seguintes sintomas, apenas um, ou até todos juntos:

  • Febre
  • Adinamia
  • Falta de apetite
  • Irritabilidade
  • Dor de cabeça
  • Dor no corpo
  • Tosse
  • Secreção nasal ou coriza (que se inicia clara e pode ficar amarelada ou verde após alguns dias, o que não significa se tratar de uma sinusite…)
  • Dor e irritação na garganta e nos ouvidos
  • Vômitos
  • Diarreia
  • Manchas avermelhadas pelo corpo.

O quadro se inicia com o que chamamos de pródromo, que são os primeiros sintomas (febre, adinamia, falta de apetite, irritabilidade dor de cabeça e dor no corpo). Após algum tempo, os outros sintomas podem se manifestar, ou às vezes não, pois o sistema imunológico pode agir antes disso acontecer.

Em geral a doença só piora nos primeiros dias, e irá melhorar espontaneamente ap´øs o ciclo do vírus terminar e o próprio corpo combater a infecção, o que pode levar de 7 a 14 dias.

Retorne ou procure atendimento médico se houver algum desses sintomas:

  • Febre: se persistir por mais de 72 horas ou estiver aumentando em valor e/ ou frequência.
  • Respiração mais rápida que o normal
  • Cansaço
  • Irritabilidade importante
  • Dor intensa que não melhora com analgésicos, mesmo sem febre
  • Vômitos que não melhoram ou quando a criança não aceita nenhum líquido ou aliemnto
  • A criança fica sem urinar por mais de 6 horas, olhos fundos, choro sem lágrimas, boca e língua secas,
  • Fezes com sangue ou muco
  • Manchas no corpo

Ou, claro, a qualquer momento onde haja dúvida no quadro da criança.

Dr. Leandro D. Buck CRM-SP 135.807