Novo Coronavírus 2019 (COVID-19)

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Os coronavírus humanos são uma família de vírus que com frequência causam doenças parecidas com o resfriado comum. Quase todas as pessoas podem ter uma infecção por esses vírus alguma vez na vida, e na maioria das vezes a doença dura apenas um curto período de tempo.

COVID-19: um novo coronavírus

O vírus foi descoberto em Dezembro de 2019 e já se propagou por todo o mundo. Durante esse período, alguma pessoas adoecem levemente, outras de modo grave e algumas perecem. A razão pela qual os profissionais de saúde estão preocupados é por ser um vírus novo, o que torna difícil prever como continuará infectando as pessoas. Os pesquisadores e médicos estão aprendendo a cada dia mais sobre esse vírus.

Sintomas do COVID-19

Os sintomas de COVID-19 podem oscilar entre leves e graves, e podem incluir:

  • Febre
  • Tosse
  • Dificuldade para respirar

Quem corre risco?

De acordo com os últimos dados, não parece que as crianças corram maior risco ao contrair o novo coronavírus. Quem corre maior risco são:

  • Pessoas de idade avançada.
  • Pessoas que sofrem de doenças crônicas como:
    • Cardiopatas
    • Diabetes
    • Doenças do pulmão
    • Imunodeficiências

Como proteger sua família

Até o momento não existe uma vacina para prevenir o COVID-19, mas algumas coisas podem ser feitas para manter sua família saudável:

  • Lave bem as mãos com água e sabão por pelo menos durante 20 segundos, ou álcool 70%.
  • Reduza o contato com outras pessoas, praticando distanciamento social.
  • Mantenha as crianças afastadas de outras pessoas que estão doentes e não deixem que saiam de sua casa se estão doentes.
  • Ensine as crianças a tossir e espirrar em um lenço ou na parte interior do cotovelo.
  • Limpe e desinfecte os locais de brincadeira.
  • Lave os bichinhos de pelúcia.
  • Evite tocar em sua face, ensine os mesmos às crianças.
  • Se sua criança foi exposta ao COVID-19 procure serviço médico.

Como cuidar de alguém da sua família que tenha COVID-19

As pessoas com casos leves de COVID-19 podem se tratar em casa, e precisam tomar as seguintes medidas:

  • Separar os membros da familia com COVID-19 de outros como possível.
  • Evitar contato com os Pets.
  • Utilizar máscaras e protetores faciais.
  • Não compartilhar objetos em casa.
  • Limpar todas as superfícies que sejam tocadas na casa.

Como lidar com o fechamento de escolas, creches e centros de cuidado infantil.

Os funcionários de muitas comunidades decidiram fechar temporariamente as escolas, creches e centros de cuidado infantil para diminuir a propagação do vírus.

  • Ler livros com seu filho.
  • Realizar jogos e brincadeiras ativas.
  • Vigie o tempo que passam nos dispositivos digitais.

Como conversar com as crianças sobre o COVID-19

Existem tantas notícias sobre o COVID-19 que deve ser difícil para os pais não deixarem seus filhos assustados. O melhor a se fazer é filtrar as informações e que falem com seus filhos sobre o vírus de maneira que eles possam entender:

  • Tranquilizar, diga que os cientistas e médicos estão apresendendo a cada dia mais sobre o vírus e estão cuidando para que todos fiquem bem.
  • Incentive a lavagem das mãos dizendo que assim estão ajudando a combater o vírus.
  • Fique atento a sinais de ansiedade, mantenha uma rotina diária, seja criativo nas brincadeiras.
  • Controle o que assistem nos meios de comunicação.
  • Seja um bom exemplo para seu filho.

Dr Thiago Olivetti Artioli

CRM -SP 163.850

Meu filho está crescendo?

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Atire a primeira pedra a mãe que nunca sequer pensou: “Será que meu filho está crescendo de forma adequada?”. Esse pensamento é totalmente compreensível, e a melhor forma de sanar as dúvidas é por meio da explicação do crescimento normal da criança.

Quais os fatores que estimulam o crescimento, e que podem contribuir com um processo pleno, e que se não bem trabalhados podem acabar atrapalhando o desenvolvimento?

  • Fatores genéticos: determinam o potencial de crescimento do seu filho.
  • Fatores neuroendócrinos: estímulo do corpo por meio do Sistema Nervoso Central e de hormônios.
  • Fatores ambientais: ausência de doenças crônicas como, por exemplo, a asma; vacinação adequada (evitando doenças de fácil prevenção); atividade física; higiene do ambiente domiciliar; relações afetivas e sono adequado.
  • Fatores nutricionais: alimentação balanceada

Ainda mais, sobre o funcionamento do crescimento de uma criança é interessante saber:

  • Aumento da estatura em torno de 50% no primeiro ano de vida (média de ganho de 25 cm ao final do primeiro ano).
  • Ganho de 13 cm no segundo ano de vida.
  • 8 cm aos 2 anos, 7 cm aos 3 anos e média 5-6cm até o início da puberdade.

Percebemos com esses dados que em números absolutos, as crianças diminuem o seu ritmo de crescimento com o passar dos anos, nos dando a sensação de dever cumprido somente com a chegada do estirão da adolescência (tema de um próximo encontro aqui no site).

A fase de desaceleração do crescimento é justamente o período em que as mães ficam com mais dúvidas sobre o crescimento de seus filhos, por isso o tema de hoje está sendo abordado.

A melhor forma de garantir um futuro com todo o potencial de crescimento sendo explorado é sempre levar o seu filho ao pediatra, e não somente quando o mesmo estiver doente.

O paciente pediátrico em todas as suas consultas tem sua estatura e peso aferidos, para que esses valores sejam comparados com os números de crianças da mesma idade. Um pediatra que tenha um acompanhamento duradouro de seu paciente, no menor sinal de alteração no ritmo considerado normal deve investigar o quadro.

Deste modo, vocês pais,  já conseguem entender melhor o crescimento do seu filho. O poder para que isso seja estabelecido de forma correta encontra-se em suas mãos. Divida essa responsabilidade com um pediatra de confiança e ganhe como recompensa uma criança feliz e saudável.

Dr. Matheus Alves Alvares CRM SP 168481