Não existe começo de Pneumonia

Bom, essa é a verdade, nua e crua. Uma pneumonia diagnosticada é sempre uma pneumonia e ponto. Vamos entender então sobre isso.

Pneumonia é uma infecção dos pulmões que causa tosse, febre, e dificuldade respiratória.

É uma doença grave, especialmente em crianças pequenos. Uma pneumonia pode ser causada por vírus ou bactérias, e a causa depende desde a idade da criança até seu estado imunológico.

Os sintomas são:

  • Tosse
  • Febre
  • Respiração mais rápida que o normal
  • Dificuldade para respirar ou dor inspiratório
  • Cansaço
  • Dificuldade na amamentação

Nem todas as crianças com pneumonia tem os mesmos sintomas. Se seu filho ou filha aparentam estar doentes e têm tosse e febre, há necessidade de avaliação médica.

Se um médico considerar que uma criança pode ter pneumonia ele irá realizar a ausculta pulmonar da criança e, apenas se necessário, solicitar uma radiografia de tórax, o famoso e querido raio-x.

O tratamento depende da idade da criança, gravidade da doença, e se a causa é bacteriana ou viral. Ou seja, mesmo sendo uma doença grave, nem toda pneumonia precisa de antibióticos para ser tratada.

A maioria das crianças que são tratadas rapidamente podem apresentar melhora em 2 a 3 dias, mas mesmo assim a tosse e cansaço podem persistir por mais tempo.

O julgamento da necessidade de uma internação é realizada pelo médico e, se a mesma ocorrer, haverá necessidade de uso de medicações injetáveis.

Quando o tratamento da pneumonia for realizado em casa tente deixar a criança o mais confortável possível, em repouso e com oferta grande de líquidos.

Você pode fazer uso de medicamentos sintomáticos como antitérmicos desde que seja indicados pelo seu médico.

Não faça uso de medicações que param a tosse, a maioria não funciona de maneira correta e podem ter efeitos colaterais graves em crianças.

De toda maneira, pneumonia é pneumonia, seu diagnóstico é importante e o tratamento deve ser realizado à risca como indicado pelo seu médico.

Dr. Thiago Olivetti Artioli CRM-SP 163850

Infecção Urinária

O trato urinário é o sistema de órgaos que produz, armazena e transporta a urina para fora do corpo.

Os órgãos do trato urinário são:

  • Rins: filtram o sangue e produzem a urina.
  • Ureteres: tubos finos que levam a urina dos rins até a bexiga.
  • Bexiga: armazena a urina.
  • Uretra: é o tubo que elimina a urina para fora do corpo.

A infecção do trato urinário é causada por bactérias. Normalmente a urina não tem presença de bactérias. Mas, se elas conseguirem se transportar para a bexiga ou para os rins, podem causar infecção do trato urinário.

Uma criança pode ter essa infecção se:

  • Seu sistema urinário não se formou corretamente antes de nascer
  • Sua bexiga não funciona de maneira correta
  • São meninos e não foram circuncidados

Os sintomas de uma infecção urinária dependem da habilidade da criança falar:

  • Dor ou queimação ao urinar
  • Necessidade de urinar mais do que o usual
  • Dor na parte da parte baixa da barriga
  • Febre

Existem exames para verificar se a criança está ou não com infecção do trato urinário. Para a coleta da urina a criança, se possível, deverá urinar em um potinho em ambiente médico para que a mesma possa ser analisada em laboratório.

Caso sua criança não tenha controle urinário, um médico ou uma enfermeira poderá coletar a urina por meio de um pequeno tubo, em um processo chamado sondagem.

O tratamento é realizado com antibióticos, que irão matar as bactérias.

Os sintomas de seu filho ou filha, podem apresentar melhora em 1 a 2 dias do uso da medicação. É importante que o antibiótico seja administrado exatamente como prescrito, ou a infecção pode retornar.

Procure um serviço médico se seu filho apresenta piora dos sintomas ou não haja possibilidade de administração do medicamento.

Se uma criança tem muitas infecções do trato urinário há necessidade de realizar exames para entender o que pode estar acontecendo com ela, e até mesmo ter de tomar antibióticos diariamente.

Uma infecção urinária não é tão simples quanto parece, não é?

Dr. Thiago Olivetti Artioli CRM-SP 163850

O bumbum e a fralda.

 

A dermatite de fralda é uma vermelhidão que aparece em qualquer região que é coberta pela fralda. Este é um problema extremamente comum, e pode ocorrer em qualquer bebê que faz uso de fraldas.

A maior parte das dermatites de fralda podem ser tratadas em casa e se resolvem após alguns dias.

As causas são:

  • Contato da pele com a urina e fezes, que podem irritar a pele. Isso se mostra especialmente após quadro de diarreias, período em que essas lesões de pele são mais comuns.
  • Perfumes ou cores presentes em um tipo de fralda que são alérgenos ao bebê.
  • Problemas de pele ou infecções que não são causadas pelas fraldas, as que aparecem na região coberta por elas.

Os sintomas desse tipo de problema são:

  • Vermelhidão, dor ou prurido.
  • Placas e descamação.
  • Bolhas.

E quando procurar o serviço médico para resolução desse tipo de problema?

Sempre que a vermelhidão não apresenta melhora espontânea em alguns dias, e quando há presença de diarreia e febre concomitantes. E claro, sempre que houver dúvidas.

O tratamento envolve alguns passos simples:

  • Retirada das fraldas para manter a pele em contato com o ar ambiente o máximo possível.
  • Checar a fralda do bebê pelo menos a cada 2 a 3 horas, e trocar se estiver suja.
  • Limpar a área coberta pela fralda de maneira gentil, utilizando água morna e material macio. Se a pele estiver avermelhada e descamativa, utilize uma vasilhame plástico, como um squeeze, o qual poderá jatear água morna para limpeza sem fricção.
  • Utilizar alguma pomada ou pasta após a troca das fraldas, em especial que contenha óxido de zinco.

Caso a área afeta apresente sinais de gravidade, como sangramento ou mau cheiro, há necessidade de buscar auxílio em algum serviço de saúde.

Para prevenir a dermatite na área das fraldas você pode:

  • Trocas as fraldas mais frequentemente.
  • Se houver necessidade de usar lenços umedecidos, utilizar algum sem perfume e sem álcool.
  • Leite materno exclusivo. Sim, até nisso o leite materno tem impacto. Crianças que fazem uso de derivados de leite de vaca apresentam colonização do intestino grosso por bactérias que determinam um pH mais alcalino, o que eleva os níveis de urease fecal, com maior facilidade de irritação da pele na região das fraldas.

E lembrando, nunca utilize pomadas anti-fúngicas ou anti-inflamatórias no seu bebê por conta própria, isso pode piorar o problema e causar outros mais graves.

Pomadas com óxido de zinco são apenas um método de proteção de barreira, e se seu uso juntamente com a higiene adequada de seu bebê não estão resolvendo o problema, procure um médico.

Dr. Thiago Olivetti Artioli CRM-SP 163850

 

 

Meningite

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A meningite é uma doença que pode causar febre, dor de cabeça, e rigidez no pescoço. Ela é um dos mais temidos e perigosos males que podem afetar a saúde de uma criança.

Essa infecção acaba ocorrendo quando os tecidos que envolvem o cérebro e a espinha, que se chamam meninges, são afetados. Isso geralmente ocorre quando a criança tem uma infecção em alguma outra parte do corpo, o que facilita para que os germes cheguem até aí através do sangue.

Existem dois tipos de meningite dependendo do tipo de germe que a causa, bacteriana ou viral.

É muito importante que o médico descubra se uma criança tem uma meningite viral ou bacteriana, pois esta é uma emergência médica. Se uma meningite bacteriana não é rapidamente tratada, ela pode levar a lesões cerebrais como a surdez ou deficiência intelectual, ou até mesmo à morte.

A meningite viral geralmente é menos perigosa, leva a menos problemas cerebrais, mas precisa do mesmo grau de atenção do profissional de saúde.

Os principais sintomas são:

  • Febre
  • Dor de cabeça
  • Rigidez no pescoço
  • Náusea e vômitos
  • Confusão
  • Sonolência
  • Fotofobia

Em bebês você pode notar:

  • Dificuldade para se alimentar
  • Diarreia
  • A moleira fica abaulada
  • Sonolência

Algumas vezes as meningites viral e bacteriana têm sintomas diferentes. Uma criança com meningite bacteriana pode ter convulsões ou manchas roxas pela pele, enquanto uma com meningite viral pode apresentar coriza, dor muscular, tosse, ou vermelhidão pelo corpo.

Se você acha que seu filho, ou filha, pode estar com meningite, leve-o prontamente a um pronto-atendimento, ou serviço médico mais próximo.

Existem vários testes para realizar o diagnóstico de meningite:

  • Exames de sangue.
  • Punção lombar, onde o médico realizarão uma punção na parte baixa das costas da criança para retirar uma pequena quantidade do líquido que passa por dentro da espinha para análise laboratorial.
  • Tomografia ou outros exames de imagem.

O tratamento depende do tipo de meningite. Uma meningite bacteriana é tratada com antibióticos endovenosos, enquanto a viral não irá necessitar de antibióticos, mas precisará de observação clínica, repouso, e medicamentos sintomáticos.

O tratamento é demorado, e pode se estender por dias a semanas, e alguns resultados laboratoriais podem demorar a sair, e são necessários para auxiliar o médico a decidir se irá continuar, ou não, o uso de antibióticos, por exemplo.

As bactérias e vírus que causam meningite podem ser transmitidas de pessoa a pessoa, e por essa razão, dependendo da causa, poderá ser solicitado que pessoas em contato íntimo com a criança tomem antibióticos também.

Para diminuir as chances de uma criança adoecer com meningite você pode:

  • Ter certeza de que a carteira vacinal está em dia.
  • Lavar as mãos de maneira adequada.

A meningite é uma doença grave, e necessita de uma ação rápida tanto da família, quanto da equipe médica.

Todas as dúvidas devem ser retiradas com seu médico.

Dr. Thiago Olivetti Artioli CRM-SP 163.850

 

 

 

Bebês com Refluxo

Refluxo, ou refluxo gastro-esofágico, é o que se chama quando o ácido que normalmente fica no estômago acaba subindo para o esôfago, que é o tubo que leva a comida da boca até o estômago.

Bebês saudáveis geralmente têm refluxo, e acabam cuspindo leite materno, ou fórmula, logo após as mamadas. Isso não machuca o bebê, e a maioria acaba não apresentando mais o quadro sem nenhum tipo de tratamento.  Todavia, algumas crianças podem ter problemas mais sérios e até apresentarem a doença do refluxo gastro-esofágico.

Alguns bebês têm um risco maior de apresentarem essa doença:

  • Bebês prematuros
  • Vivem em ambiente com fumantes
  • Bebês com síndrome de Down
  • Bebês com problemas cerebrais

Você pode perceber se seu filho, ou filha, tem esse tipo de problema se ele acaba cuspindo muito leite e também:

  • Tem recusa alimentar
  • Chora muito e arqueia o corpo como se estivesse com dor
  • Engasga frequentemente com o leite
  • Apresenta vômitos frequentes
  • Não tem ganho de peso adequado

Se você perceber que seu bebê apresenta esses problemas, procure o auxílio de um serviço médico que poderá avaliar a gravidade da situação.

Há algumas coisas que você pode fazer para melhorar o refluxo, tais como:

  • Manter o bebê em posição vertical após se alimentar, segurando-o nos braços por 20 a 30 minutos após se alimentar, ao invés de colocá-lo prontamente para deitar-se.
  • Colocar o bebê em um assento infantil não ajuda a controlar o refluxo e pode piorar o quadro.
  • Sempre coloque o bebê para dormir de barriga para cima, com ou sem refluxo!
  • Parar de fumar, que além de melhorar o refluxo, evitará inúmeros problemas relacionados ao tabagismo passivo.
  • Uma dieta sem leite de vaca e sem soja, pois alguns bebês têm problemas para digerir a proteína do leite de vaca, ou produtos derivados da soja. O pediatra pode solicitar a retirada desses alimentos da dieta da criança,  e inclusive da mãe, se esta estiver amamentando.

O tratamento do refluxo muitas vezes é desnecessário, e muitas vezes medicações não fazem o bebê se sentir melhor.

O médico pode, em casos especiais, indicar uso de fórmulas lácteas mais consistentes, que dificultem o refluxo gastro-esofágico, e até mesmo indicar uso de certas medicações.

Jamais faça uso de fórmulas lácteas por conta própria, não suspenda a amamentação e não use medicamentos sem indicação médica.

Tire suas dúvidas com seu pediatra, e tenha em mente que muitas vezes bebês agem de modo estranho, e isso pode não ser doença alguma, muito menos refluxo.

Dr. Thiago Olivetti Artioli CRM-SP 163.850

A Febre

O que é a febre? Por que temer esse sintoma de modo tão desesperador?

A febre é o aumento da temperatura corporal até um certo nível. O nível é determinado pelo modo que ela é aferida.

Ela é a resposta natural a uma grande gama de ocasiões, sendo a mais comum  uma infecção.

É possível aferir a temperatura pela boca, axilas, ouvidos, testa e reto. Cada local tem suas vantagens e desvantagens de uso.

De uma maneira geral, uma temperatura acima de 37,8ºC  obtida em casa, com termômetros facilmente encontrados em farmácias, já pode ser considerada febre, e necessita de maior atenção dos pais.

De todo modo, o valor da temperatura, seja 38ºC ou 40ºC,  é menos importante do que o quão doente seu filho, ou filha, aparenta estar. A febre é apenas um dado a mais, dentro de um todo que representa uma criança.

Então vamos lá, qual a melhor maneira de aferir a temperatura de uma criança em casa?

Utilizando uma termômetro axilar, o mais comum em nosso país, deixe-a calma, em um ambiente neutro, não muito coberta, aguarde de 3 a 4 minutos, caso use um termômetro de vidro, ou pelo sinal do termômetro digital. Anote o valor, para não se esquecer.

Uma temperatura elevada pode ser causada por um resfriado, uma gripe, infecção de vias aéreas, das vias urinárias ou intestinais. Ou seja, não é a febre que está causando o verdadeiro mal, mas sim o vírus ou bactéria que está atacando o organismo da criança.

Não existe embasamento científico suficiente para a crença de que o crescimento dos dentes cause febre.

Assim que a febre for notada, a criança deve ser levada a um serviço médico se:

  • Ela for menor de 3 meses, mesmo que pareça estar bem. E, se nenhum médico lhe indicou uso de qualquer antitérmico, não use.
  • A criança tiver  entre 3 meses e 3 anos, com aparência ruim, doente, com recusa de líquido, e temperatura crescente.

Crianças de qualquer idade devem ser levadas a um serviço médico se:

  • A temperatura aferida for de 40ºC
  • Convulsões acompanham a febre
  • Febre que são persistentes, mesmo com uso de antitérmicos
  • A criança tem alguma comorbidade, como problemas no coração, câncer, lupus, ou anemia falciforme e está com febre
  • Febres que cursam com manchas na pele

Para confortar uma criança com febre você pode oferecer água em abundância, sucos e chás. Manter a criança em um local calmo, encorajando-a a descansar. Compressas podem ser reconfortantes, assim como banhos mornos.

Nunca é uma boa ideia realizar compressas com álcool em uma criança. E jamais dê ácido acetilsalicílico (aspirina) para uma criança para combater a febre.

Ao levar a criança ao pediatria, este irá procurar a causa deste sintoma. Ele poderá solicitar exames de imagem e exames de sangue somente se o exame físico não esclarecer o foco de uma provável infecção.

Antibióticos não tratam febre, eles serão indicados apenas se a causa desta for uma infecção por bactérias, pois se os causadores forem os vírus, não haverá necessidade de seu uso também.

Remédios que combatem a febre como a dipirona, o paracetamol e o ibuprofeno podem ser indicados, mas não são sempre necessários. Uma criança acima de 3 meses, com temperatura elevada, mas menor que 38,9ºC e que aparenta estar saudável, agindo de modo normal não precisa de tratamento.

Toda dúvida deve ser tirada com seu médico, jamais dê remédios por conta própria.

Dr. Thiago Olivetti Artioli CRM-SP 163850

 

 

 

 

 

Como os rins podem adoecer?

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Aqui será falado sobre doença glomerular, que é o nome de uma doença que afeta os rins. Estes são órgãos que fazem parte do trato urinário que participam da produção de urina.

Todo rim tem duas partes:

Uma parte que filtra o sangue, retirando as impurezas e o excesso de álcool e água

Uma parte que coleta a urina

Na doença glomerular a primeira parte não está funcionando de modo adequado. Como resultado, substâncias que não deveriam estar na urina como sangue e proteínas podem aparecer por lá.

Essa doença renal pode se desenvolver rapidamente ou durante um longo período de tempo, sendo que existem vários tipos de doenças glomerulares e cada uma pode ter uma causa diferente.

Algumas vezes elas podem causar doenças muito graves, levando a insuficiência renal aguda, o que significa que os rins param de funcionar adequadamente.

Elas podem causar também doença renal crônica, que pode ser entendido como a parada lenta do funcionamento dos rins.

Os sintomas dependem do tipo de doença glomerular que a criança pode ter e o que poderia a estar causando. Estes podem ser:

  • Sangue na urina, ou urina avermelhada, rosada ou marrom.
  • Inchaço das mãos, da face, pés, ou barriga.
  • Sensação de cansaço.
  • Urinar pouco.

Algumas  pessoas podem nem mesmo apresentar sintomas, e acabam descobrindo o problema durante um exame de rotina.

Existem vários exames e testes diagnósticos para doenças glomerulares, que vão desde exames de sangue e urina, até ultrassonografia dos rins e biópsia, que é a retirada de uma pequena porção do rim para poder ser analisado por um médico patologista.

O tratamento de uma doença glomerular depende dos sintomas, o que está causando os sintomas e o quão rápido a doença está avançando.

Algumas não precisam de tratamento, mas apenas controle. Outras podem apresentar resolução sem uso de medicamentos específicos.

Quando há necessidade de tratamento, este pode incluir:

  • Medicamentos chamados esteroides.
  • Medicamentos muito fortes, os quais são capazes de desligar o sistema imune de uma criança.
  • Diuréticos, os quais fazem o pacientes urinar mais.
  • Anti-hipertensivos, pois algumas glomerulonefrites podem cursar com aumento da pressão arterial.
  • Hemodiálise, que é o procedimento em que uma máquina bombeia o sangue para fora do corpo, filtra e o reorganização para o corpo.
  • Diálise peritoneal, um procedimento que pode ser realizado até mesmo em casa, diariamente. Ele envolve a colocação de um fluido especial dentro da barriga da criança, o qual coleta o excesso de sal e água no sangue. Após o procedimento o fluido é drenado para fora do corpo.

Há ainda o transplante renal, usado quando a equipe médica decide que o melhor é a colocação de um rim saudável dentro do corpo de um paciente com doença renal.

Na maior parte das vezes em que um diagnóstico de doença renal glomerular é feito para os pais de uma criança, a palavra pode parecer estranha e o desconhecimento sobre o funcionamento de um dos órgãos mais complexos do corpo humano, como os rins, pode assustar.

Sempre tire suas dúvidas com seu médico e busque informações de fontes confiáveis, as quais ele mesmo pode indicar.

Dr. Thiago Olivetti Artioli CRM-SP 163850