Como armazenar leite materno.

breastfeeding

A amamentação é um dos elementos mais importantes e fundamentais na saúde de uma criança. Esta deve ser sempre encorajada e promovida sempre que possível.

Nenhum elemento do dia-a-dia deveria influenciar ou impedir a amamentação, cujos benefícios vão desde o fortalecimento imunológico por elementos presentes no leite materno até o vínculo afetivo gerado pelo contato da mãe e sua criança.

Todavia, se for necessário o armazenamento do leite materno por orientação médica, este deve seguir os seguintes princípios:

  • O seu leite deve ser armazenado em vasilhames fechados, limpos, de vidro ou plástico rígido desenvolvido especialmente para armazenamento de alimentos.
  • A quantidade armazenada deve ser pequena, de 30 a 90ml, sendo etiquetadas com a data e horário em que foi obtido.
  • A temperatura a ser armazenado depende do tempo em que se pretende utilizá-lo:
    • Em 25 a 27ºC o leite tem validade de até 4 horas.
    • Na geladeira pode ser guardado de três a cinco dias.
    • Em um congelador pode durar até 15 dias.
    • O leite descongelado e não utilizado pode ser refrigerado por até 24 horas.
  • O leite em temperatura ambiente não pode ser misturado a leite que foi congelado.

O preparo do leite após o armazenamento deve ser realizado com aquecimento gradual a uma temperatura de 37ºC em banho-maria, não por mais de 20 a 30 minutos.

Não se pode submergir o vasilhame contendo o leite na água do banho-maria.Após o aquecimento, o leite materno deve ter sua temperatura testada e deve estar em temperatura ambiente e jamais quente.

Este leite pode apresentar uma camada cremosa após o armazenamento, a qual deve ser gentilmente misturada de modo a se tornar homogêneo antes de oferecer ao lactente.

Nunca
esquente o leite rapidamente, a temperaturas muito elevadas ou utilize o forno micro-ondas.

Toda dúvida quanto ao armazenamento do leite materno deve ser levada a seu médico, ou serviço de saúde próximo a sua residência.

Mais informações você pode encontrar aqui.

Dr. Thiago Olivetti Artioli CRM-SP 163850

O frio chegou, e agora?

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Fonte: Newborn Baby in Winter por Petr Kratochvil

O frio chegou, e com ele o aumento da incidência de doenças respiratórias, o que levanta a pergunta sobre o que pode ser feito para evitá-las.

Cada criança é um caso diferente, pois as menores precisam de atenção redobrada, e as que, porventura, apresentam doenças crônicas, também.

Não podemos evitar todos os perigos com 100% de eficácia, mas com os cuidados gerais abaixo, há grande chance de protegermos as crianças nas estações mais frias:

  • Roupas adequadas para proteção da temperatura, com cuidado de lavar as que estão guardadas por muito tempo no armário.
  • Ambientes sempre arejados, evitar locais fechados e sabidamente úmidos e empoeirados.
  • Oferecer líquidos sempre é necessário, pois assim a criança hidratada enfrenta melhor os períodos mais frios.
  • Para os que estão sob amamentação exclusiva, o leite materno é suficiente e a melhor fonte de defesa da criança nesse momento.
  • Com as temperaturas baixas as pessoas tendem a se aglomerar, e com elas aglomeram-se vários potenciais patógenos. Sendo assim, evite locais cheios de gente.
  • Não exponha a criança, de qualquer idade, a poluentes, fumaça de cigarro, perfumes, ou qualquer alérgeno conhecido.
  • Mantenha a carteira de vacinação atualizada. Sempre.
  • Lave as mãos sempre que possível. Não deixe que terceiros entrem em contato com a criança sem a higiene adequada das mãos.

Caso a criança apresente qualquer sintoma respiratório, apesar dos cuidados gerais, procure assistência médica.

Dr. Thiago Olivetti Artioli CRM-SP 163850

Além da Febre

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Fonte: Mother Kiss por Larisa Okhtienko.

Cuidar de uma criança vai muito além da febre.

Vai além de tosses, narizes que escorrem, coceiras que não param, dores que não cessam e choros intermináveis.

Todas essas coisas, esses sintomas, que não representam quase nada da totalidade que é cuidar de alguém que parece tão pequeno e indefeso, tiram o sono de pais e cuidadores que tentam fazer seu melhor.

Parte dessa preocupação vem da falta de informação correta sobre o que querem dizer esses sinais que as crianças podem apresentar.

Esse é um espaço da internet, com curadoria médica, que tentará ajudar a entender todas essas lágrimas e temperaturas altas que tanto nos assustam.

Equipe Além da Febre.