O que é Virose?

Mas então o que é essa tal virose? 🤔

Virose é o nome popular para infecções virais que englobam inúmeros tipos de vírus. Estes são organismos microscópicos que podem causar diversas doenças no ser humano, algumas podendo ser graves, porém a enorme maioria é benigna e autolimitada.

Dentro das doenças causadas por vírus , podemos ter desde quadros graves agudos como Dengue e Chikungunya, doenças crônicas como o HIV/AIDS, passando por quadros mais brandos como Diarreias e Resfriados comuns.

As crianças são muito mais suscetíveis a serem contaminadas por vírus, pois além de terem menor discernimento, levando quase tudo a boca, terem contato próximo entre os coleguinhas e não possuírem as noções corretas de higiene, ainda não apresentam a imunidade de um adulto. Esta é a razão de na maioria das vezes que seu filho é levado a um médico com quadro de febre, ele leva o diagnóstico de “só uma virose”.

Os quadros comuns não possuem tratamento específico e não precisam do diagnóstico de qual vírus está causando a infecção, pois, como dito, são autolimitados, ou seja , ele tem um ciclo de vida determinado até o momento onde o próprio sistema imunológico (defesa do nosso corpo) irá combatê-lo. Por isso não precisam de antibióticos.

Estes casos são tratados com sintomáticos apenas, como:

  • antitérmicos e analgésicos
  • antiemeticos
  • higiene nasal e inalação com soro
  • hidratação
  • e, o principal, carinho e paciência .

Apesar disso,  qualquer quadro viral pode complicar com infecções bacterianas secundárias, tais como otites, sinusites, pneumonia, ou desencadear crises de doenças crônicas, como asma.

Sendo assim, para evitar maiores preocupações e idas desnecessárias ao pronto socorro, seguem as orientações gerais de como lidar com a famosa virose.

As Viroses comuns e benignas podem apresentar os seguintes sintomas, apenas um, ou até todos juntos:

  • Febre
  • Adinamia
  • Falta de apetite
  • Irritabilidade
  • Dor de cabeça
  • Dor no corpo
  • Tosse
  • Secreção nasal ou coriza (que se inicia clara e pode ficar amarelada ou verde após alguns dias, o que não significa se tratar de uma sinusite…)
  • Dor e irritação na garganta e nos ouvidos
  • Vômitos
  • Diarreia
  • Manchas avermelhadas pelo corpo.

O quadro se inicia com o que chamamos de pródromo, que são os primeiros sintomas (febre, adinamia, falta de apetite, irritabilidade dor de cabeça e dor no corpo). Após algum tempo, os outros sintomas podem se manifestar, ou às vezes não, pois o sistema imunológico pode agir antes disso acontecer.

Em geral a doença só piora nos primeiros dias, e irá melhorar espontaneamente ap´øs o ciclo do vírus terminar e o próprio corpo combater a infecção, o que pode levar de 7 a 14 dias.

Retorne ou procure atendimento médico se houver algum desses sintomas:

  • Febre: se persistir por mais de 72 horas ou estiver aumentando em valor e/ ou frequência.
  • Respiração mais rápida que o normal
  • Cansaço
  • Irritabilidade importante
  • Dor intensa que não melhora com analgésicos, mesmo sem febre
  • Vômitos que não melhoram ou quando a criança não aceita nenhum líquido ou aliemnto
  • A criança fica sem urinar por mais de 6 horas, olhos fundos, choro sem lágrimas, boca e língua secas,
  • Fezes com sangue ou muco
  • Manchas no corpo

Ou, claro, a qualquer momento onde haja dúvida no quadro da criança.

Dr. Leandro D. Buck CRM-SP 135.807

Não existe começo de Pneumonia

Bom, essa é a verdade, nua e crua. Uma pneumonia diagnosticada é sempre uma pneumonia e ponto. Vamos entender então sobre isso.

Pneumonia é uma infecção dos pulmões que causa tosse, febre, e dificuldade respiratória.

É uma doença grave, especialmente em crianças pequenos. Uma pneumonia pode ser causada por vírus ou bactérias, e a causa depende desde a idade da criança até seu estado imunológico.

Os sintomas são:

  • Tosse
  • Febre
  • Respiração mais rápida que o normal
  • Dificuldade para respirar ou dor inspiratório
  • Cansaço
  • Dificuldade na amamentação

Nem todas as crianças com pneumonia tem os mesmos sintomas. Se seu filho ou filha aparentam estar doentes e têm tosse e febre, há necessidade de avaliação médica.

Se um médico considerar que uma criança pode ter pneumonia ele irá realizar a ausculta pulmonar da criança e, apenas se necessário, solicitar uma radiografia de tórax, o famoso e querido raio-x.

O tratamento depende da idade da criança, gravidade da doença, e se a causa é bacteriana ou viral. Ou seja, mesmo sendo uma doença grave, nem toda pneumonia precisa de antibióticos para ser tratada.

A maioria das crianças que são tratadas rapidamente podem apresentar melhora em 2 a 3 dias, mas mesmo assim a tosse e cansaço podem persistir por mais tempo.

O julgamento da necessidade de uma internação é realizada pelo médico e, se a mesma ocorrer, haverá necessidade de uso de medicações injetáveis.

Quando o tratamento da pneumonia for realizado em casa tente deixar a criança o mais confortável possível, em repouso e com oferta grande de líquidos.

Você pode fazer uso de medicamentos sintomáticos como antitérmicos desde que seja indicados pelo seu médico.

Não faça uso de medicações que param a tosse, a maioria não funciona de maneira correta e podem ter efeitos colaterais graves em crianças.

De toda maneira, pneumonia é pneumonia, seu diagnóstico é importante e o tratamento deve ser realizado à risca como indicado pelo seu médico.

Dr. Thiago Olivetti Artioli CRM-SP 163850

Infecção Urinária

O trato urinário é o sistema de órgaos que produz, armazena e transporta a urina para fora do corpo.

Os órgãos do trato urinário são:

  • Rins: filtram o sangue e produzem a urina.
  • Ureteres: tubos finos que levam a urina dos rins até a bexiga.
  • Bexiga: armazena a urina.
  • Uretra: é o tubo que elimina a urina para fora do corpo.

A infecção do trato urinário é causada por bactérias. Normalmente a urina não tem presença de bactérias. Mas, se elas conseguirem se transportar para a bexiga ou para os rins, podem causar infecção do trato urinário.

Uma criança pode ter essa infecção se:

  • Seu sistema urinário não se formou corretamente antes de nascer
  • Sua bexiga não funciona de maneira correta
  • São meninos e não foram circuncidados

Os sintomas de uma infecção urinária dependem da habilidade da criança falar:

  • Dor ou queimação ao urinar
  • Necessidade de urinar mais do que o usual
  • Dor na parte da parte baixa da barriga
  • Febre

Existem exames para verificar se a criança está ou não com infecção do trato urinário. Para a coleta da urina a criança, se possível, deverá urinar em um potinho em ambiente médico para que a mesma possa ser analisada em laboratório.

Caso sua criança não tenha controle urinário, um médico ou uma enfermeira poderá coletar a urina por meio de um pequeno tubo, em um processo chamado sondagem.

O tratamento é realizado com antibióticos, que irão matar as bactérias.

Os sintomas de seu filho ou filha, podem apresentar melhora em 1 a 2 dias do uso da medicação. É importante que o antibiótico seja administrado exatamente como prescrito, ou a infecção pode retornar.

Procure um serviço médico se seu filho apresenta piora dos sintomas ou não haja possibilidade de administração do medicamento.

Se uma criança tem muitas infecções do trato urinário há necessidade de realizar exames para entender o que pode estar acontecendo com ela, e até mesmo ter de tomar antibióticos diariamente.

Uma infecção urinária não é tão simples quanto parece, não é?

Dr. Thiago Olivetti Artioli CRM-SP 163850

Meningite

Captura de Tela 2016-07-02 às 23.30.47.png

A meningite é uma doença que pode causar febre, dor de cabeça, e rigidez no pescoço. Ela é um dos mais temidos e perigosos males que podem afetar a saúde de uma criança.

Essa infecção acaba ocorrendo quando os tecidos que envolvem o cérebro e a espinha, que se chamam meninges, são afetados. Isso geralmente ocorre quando a criança tem uma infecção em alguma outra parte do corpo, o que facilita para que os germes cheguem até aí através do sangue.

Existem dois tipos de meningite dependendo do tipo de germe que a causa, bacteriana ou viral.

É muito importante que o médico descubra se uma criança tem uma meningite viral ou bacteriana, pois esta é uma emergência médica. Se uma meningite bacteriana não é rapidamente tratada, ela pode levar a lesões cerebrais como a surdez ou deficiência intelectual, ou até mesmo à morte.

A meningite viral geralmente é menos perigosa, leva a menos problemas cerebrais, mas precisa do mesmo grau de atenção do profissional de saúde.

Os principais sintomas são:

  • Febre
  • Dor de cabeça
  • Rigidez no pescoço
  • Náusea e vômitos
  • Confusão
  • Sonolência
  • Fotofobia

Em bebês você pode notar:

  • Dificuldade para se alimentar
  • Diarreia
  • A moleira fica abaulada
  • Sonolência

Algumas vezes as meningites viral e bacteriana têm sintomas diferentes. Uma criança com meningite bacteriana pode ter convulsões ou manchas roxas pela pele, enquanto uma com meningite viral pode apresentar coriza, dor muscular, tosse, ou vermelhidão pelo corpo.

Se você acha que seu filho, ou filha, pode estar com meningite, leve-o prontamente a um pronto-atendimento, ou serviço médico mais próximo.

Existem vários testes para realizar o diagnóstico de meningite:

  • Exames de sangue.
  • Punção lombar, onde o médico realizarão uma punção na parte baixa das costas da criança para retirar uma pequena quantidade do líquido que passa por dentro da espinha para análise laboratorial.
  • Tomografia ou outros exames de imagem.

O tratamento depende do tipo de meningite. Uma meningite bacteriana é tratada com antibióticos endovenosos, enquanto a viral não irá necessitar de antibióticos, mas precisará de observação clínica, repouso, e medicamentos sintomáticos.

O tratamento é demorado, e pode se estender por dias a semanas, e alguns resultados laboratoriais podem demorar a sair, e são necessários para auxiliar o médico a decidir se irá continuar, ou não, o uso de antibióticos, por exemplo.

As bactérias e vírus que causam meningite podem ser transmitidas de pessoa a pessoa, e por essa razão, dependendo da causa, poderá ser solicitado que pessoas em contato íntimo com a criança tomem antibióticos também.

Para diminuir as chances de uma criança adoecer com meningite você pode:

  • Ter certeza de que a carteira vacinal está em dia.
  • Lavar as mãos de maneira adequada.

A meningite é uma doença grave, e necessita de uma ação rápida tanto da família, quanto da equipe médica.

Todas as dúvidas devem ser retiradas com seu médico.

Dr. Thiago Olivetti Artioli CRM-SP 163.850

 

 

 

A Febre

O que é a febre? Por que temer esse sintoma de modo tão desesperador?

A febre é o aumento da temperatura corporal até um certo nível. O nível é determinado pelo modo que ela é aferida.

Ela é a resposta natural a uma grande gama de ocasiões, sendo a mais comum  uma infecção.

É possível aferir a temperatura pela boca, axilas, ouvidos, testa e reto. Cada local tem suas vantagens e desvantagens de uso.

De uma maneira geral, uma temperatura acima de 37,8ºC  obtida em casa, com termômetros facilmente encontrados em farmácias, já pode ser considerada febre, e necessita de maior atenção dos pais.

De todo modo, o valor da temperatura, seja 38ºC ou 40ºC,  é menos importante do que o quão doente seu filho, ou filha, aparenta estar. A febre é apenas um dado a mais, dentro de um todo que representa uma criança.

Então vamos lá, qual a melhor maneira de aferir a temperatura de uma criança em casa?

Utilizando uma termômetro axilar, o mais comum em nosso país, deixe-a calma, em um ambiente neutro, não muito coberta, aguarde de 3 a 4 minutos, caso use um termômetro de vidro, ou pelo sinal do termômetro digital. Anote o valor, para não se esquecer.

Uma temperatura elevada pode ser causada por um resfriado, uma gripe, infecção de vias aéreas, das vias urinárias ou intestinais. Ou seja, não é a febre que está causando o verdadeiro mal, mas sim o vírus ou bactéria que está atacando o organismo da criança.

Não existe embasamento científico suficiente para a crença de que o crescimento dos dentes cause febre.

Assim que a febre for notada, a criança deve ser levada a um serviço médico se:

  • Ela for menor de 3 meses, mesmo que pareça estar bem. E, se nenhum médico lhe indicou uso de qualquer antitérmico, não use.
  • A criança tiver  entre 3 meses e 3 anos, com aparência ruim, doente, com recusa de líquido, e temperatura crescente.

Crianças de qualquer idade devem ser levadas a um serviço médico se:

  • A temperatura aferida for de 40ºC
  • Convulsões acompanham a febre
  • Febre que são persistentes, mesmo com uso de antitérmicos
  • A criança tem alguma comorbidade, como problemas no coração, câncer, lupus, ou anemia falciforme e está com febre
  • Febres que cursam com manchas na pele

Para confortar uma criança com febre você pode oferecer água em abundância, sucos e chás. Manter a criança em um local calmo, encorajando-a a descansar. Compressas podem ser reconfortantes, assim como banhos mornos.

Nunca é uma boa ideia realizar compressas com álcool em uma criança. E jamais dê ácido acetilsalicílico (aspirina) para uma criança para combater a febre.

Ao levar a criança ao pediatria, este irá procurar a causa deste sintoma. Ele poderá solicitar exames de imagem e exames de sangue somente se o exame físico não esclarecer o foco de uma provável infecção.

Antibióticos não tratam febre, eles serão indicados apenas se a causa desta for uma infecção por bactérias, pois se os causadores forem os vírus, não haverá necessidade de seu uso também.

Remédios que combatem a febre como a dipirona, o paracetamol e o ibuprofeno podem ser indicados, mas não são sempre necessários. Uma criança acima de 3 meses, com temperatura elevada, mas menor que 38,9ºC e que aparenta estar saudável, agindo de modo normal não precisa de tratamento.

Toda dúvida deve ser tirada com seu médico, jamais dê remédios por conta própria.

Dr. Thiago Olivetti Artioli CRM-SP 163850

 

 

 

 

 

Caxumba em surto.

Caxumba é uma infecção causada por vírus. Essa infecção causa inchaço de glândulas que ficam à frente das orelhas e próxima da mandíbula, chamadas glândulas parótidas.

Ela já foi muito mais comum do que atualmente. Poucas pessoas têm essa doença hoje em dia, pois a maioria das crianças é vacinada contra ela.

O sintomas variam. Algumas pessoas podem não apresentar nada, e outras podem apresentar:

  • Febre
  • Cansaço e desânimo
  • Dor de cabeça
  • Falta de apetite

Após, aproximadamente, dois dias do início destes sintomas as glândulas parótidas começam a inchar.

As pessoas podem se infectar com o vírus da caxumba, se elas não tomaram a vacina ou nunca tiveram a doença anteriormente, apenas com o simples contato com alguém infectado. Os sintomas podem durar de 14 a 18 dias.

Em momentos de surtos da doença, o que significa que várias pessoas apresentam caxumba, é importante rever o calendário vacinal das crianças, e em caso de dúvida entrar em contato com seu médico.

Além do uso de medicações sintomáticas indicadas por um médico, é possível usar compressas aquecidas no local inflamado, de 10 a 15 minutos, algumas vezes ao dia, para melhorar a dor local.

Os sintomas da doença geralmente melhoram em duas semanas. As principais e raras complicações da doença são inchaço dos testículos nos meninos, inflamação dos ovários nas meninas, inflamação do sistema nervoso e surdez.

O tempo que uma criança de precisa ser afastada de sua escola ou creche depende de caso a caso, e precisa ser avaliada pelo médico.

O mais importante para evitar a caxumba é o respeito ao calendário vacinal, e essa é a principal razão de surtos da doença acontecerem esporadicamente.

A razão para a vacinação inadequada pode ser desde o esquecimento da realização das doses de reforço, problemas do sistema de saúde, até boatos sobre efeitos colaterais inexistentes da vacina.

Algum tempo atrás foi realizada uma associação entre a vacina contra caxumba e o desenvolvimento de autismo, mas isso se mostrou falso, e incapaz de ocorrer.

Realize a imunização sem medo e proteja suas crianças.

Dr. Thiago Olivetti Artioli CRM-SP 163850

Vacina de gripe causa gripe?

“Meu filho tomou a vacina de gripe e agora está com nariz escorrendo, tossindo e com febre”, ou “nem vou tomar a vacina da gripe para não ficar resfriado” são frases que muitos de nós já ouvimos ou, de maneira incorreta, já dissemos.

Afinal de contas, como uma vacina que contém partes daquilo que causa uma doença não adoece um paciente? Como os médicos afirmam com tanta certeza que a vacina da gripe não causa gripe?

Vamos lá, a famigerada vacina da gripe tem várias etapas em sua produção. Ela se inicia pela escolha da cepa, ou tipo de vírus que será escolhido para proteção em cada ano.

Não é somente um tipo de vírus que causa a gripe, mas vários, e destes vários, alguns ainda podem sofrer mutações, ou modificações, que podem alterar, de tempos em tempos, qual causa mais ou menos casos de gripe.

Depois da árdua tarefa de escolher os tipos, eles são isolados e alterados para serem produzidos de um modo similar ao mesmo de 60 anos atrás, que é por meio de ovos, onde esses vírus alterados vão se reproduzir e é a razão de pessoas com reações alérgicas graves a elementos presentes em ovos devem conversar com seu médico antes de fazer uso dessa vacina.

Após essas etapas a vacina será preparada, com a inativação e purificação do vírus, e está é a razão de nós médicos afirmarmos que a vacina não causa gripe, neste passo o vírus, em outras palavras, é “morto”, e apenas suas partes inativadas são utilizadas. A purificação é o processo que garante que apenas as partes inativadas estejam presentes na vacina, e não outras partes, como proteínas do ovo, usadas na produção.

Mas de que serve o vírus “morto” então? Nossas células de defesa irão capturar essas partículas, e usar dessa informação para seu aprimoramento e evitar que, caso o indivíduo entre em contato com um vírus vivo, a infecção não seja tão grave como poderia ser.

Apesar disso tudo, há ainda risco de efeitos adversos, como a alergia a elementos da vacina, como já explicado, ou reações leves, relacionadas a nossa defesa corporal, como uma vermelhidão da pele após a injeção, mas jamais o desenvolvimento de gripe.

Se logo após a vacinação a criança apresentar sintomas de gripe, provavelmente ela já havia entrado em contato com algum vírus vivo, ou algum vírus que não foi escolhido para nos proteger via vacinal.

Sempre tire suas dúvidas com seu médico, em especial se seu filho precisa e pode fazer uso da vacinação contra a gripe, e saiba que existe sim uma razão para ter tanta certeza de que não foi a vacina da gripe que causou gripe.