O bumbum e a fralda.

 

A dermatite de fralda é uma vermelhidão que aparece em qualquer região que é coberta pela fralda. Este é um problema extremamente comum, e pode ocorrer em qualquer bebê que faz uso de fraldas.

A maior parte das dermatites de fralda podem ser tratadas em casa e se resolvem após alguns dias.

As causas são:

  • Contato da pele com a urina e fezes, que podem irritar a pele. Isso se mostra especialmente após quadro de diarreias, período em que essas lesões de pele são mais comuns.
  • Perfumes ou cores presentes em um tipo de fralda que são alérgenos ao bebê.
  • Problemas de pele ou infecções que não são causadas pelas fraldas, as que aparecem na região coberta por elas.

Os sintomas desse tipo de problema são:

  • Vermelhidão, dor ou prurido.
  • Placas e descamação.
  • Bolhas.

E quando procurar o serviço médico para resolução desse tipo de problema?

Sempre que a vermelhidão não apresenta melhora espontânea em alguns dias, e quando há presença de diarreia e febre concomitantes. E claro, sempre que houver dúvidas.

O tratamento envolve alguns passos simples:

  • Retirada das fraldas para manter a pele em contato com o ar ambiente o máximo possível.
  • Checar a fralda do bebê pelo menos a cada 2 a 3 horas, e trocar se estiver suja.
  • Limpar a área coberta pela fralda de maneira gentil, utilizando água morna e material macio. Se a pele estiver avermelhada e descamativa, utilize uma vasilhame plástico, como um squeeze, o qual poderá jatear água morna para limpeza sem fricção.
  • Utilizar alguma pomada ou pasta após a troca das fraldas, em especial que contenha óxido de zinco.

Caso a área afeta apresente sinais de gravidade, como sangramento ou mau cheiro, há necessidade de buscar auxílio em algum serviço de saúde.

Para prevenir a dermatite na área das fraldas você pode:

  • Trocas as fraldas mais frequentemente.
  • Se houver necessidade de usar lenços umedecidos, utilizar algum sem perfume e sem álcool.
  • Leite materno exclusivo. Sim, até nisso o leite materno tem impacto. Crianças que fazem uso de derivados de leite de vaca apresentam colonização do intestino grosso por bactérias que determinam um pH mais alcalino, o que eleva os níveis de urease fecal, com maior facilidade de irritação da pele na região das fraldas.

E lembrando, nunca utilize pomadas anti-fúngicas ou anti-inflamatórias no seu bebê por conta própria, isso pode piorar o problema e causar outros mais graves.

Pomadas com óxido de zinco são apenas um método de proteção de barreira, e se seu uso juntamente com a higiene adequada de seu bebê não estão resolvendo o problema, procure um médico.

Dr. Thiago Olivetti Artioli CRM-SP 163850

 

 

Bebês com Refluxo

Refluxo, ou refluxo gastro-esofágico, é o que se chama quando o ácido que normalmente fica no estômago acaba subindo para o esôfago, que é o tubo que leva a comida da boca até o estômago.

Bebês saudáveis geralmente têm refluxo, e acabam cuspindo leite materno, ou fórmula, logo após as mamadas. Isso não machuca o bebê, e a maioria acaba não apresentando mais o quadro sem nenhum tipo de tratamento.  Todavia, algumas crianças podem ter problemas mais sérios e até apresentarem a doença do refluxo gastro-esofágico.

Alguns bebês têm um risco maior de apresentarem essa doença:

  • Bebês prematuros
  • Vivem em ambiente com fumantes
  • Bebês com síndrome de Down
  • Bebês com problemas cerebrais

Você pode perceber se seu filho, ou filha, tem esse tipo de problema se ele acaba cuspindo muito leite e também:

  • Tem recusa alimentar
  • Chora muito e arqueia o corpo como se estivesse com dor
  • Engasga frequentemente com o leite
  • Apresenta vômitos frequentes
  • Não tem ganho de peso adequado

Se você perceber que seu bebê apresenta esses problemas, procure o auxílio de um serviço médico que poderá avaliar a gravidade da situação.

Há algumas coisas que você pode fazer para melhorar o refluxo, tais como:

  • Manter o bebê em posição vertical após se alimentar, segurando-o nos braços por 20 a 30 minutos após se alimentar, ao invés de colocá-lo prontamente para deitar-se.
  • Colocar o bebê em um assento infantil não ajuda a controlar o refluxo e pode piorar o quadro.
  • Sempre coloque o bebê para dormir de barriga para cima, com ou sem refluxo!
  • Parar de fumar, que além de melhorar o refluxo, evitará inúmeros problemas relacionados ao tabagismo passivo.
  • Uma dieta sem leite de vaca e sem soja, pois alguns bebês têm problemas para digerir a proteína do leite de vaca, ou produtos derivados da soja. O pediatra pode solicitar a retirada desses alimentos da dieta da criança,  e inclusive da mãe, se esta estiver amamentando.

O tratamento do refluxo muitas vezes é desnecessário, e muitas vezes medicações não fazem o bebê se sentir melhor.

O médico pode, em casos especiais, indicar uso de fórmulas lácteas mais consistentes, que dificultem o refluxo gastro-esofágico, e até mesmo indicar uso de certas medicações.

Jamais faça uso de fórmulas lácteas por conta própria, não suspenda a amamentação e não use medicamentos sem indicação médica.

Tire suas dúvidas com seu pediatra, e tenha em mente que muitas vezes bebês agem de modo estranho, e isso pode não ser doença alguma, muito menos refluxo.

Dr. Thiago Olivetti Artioli CRM-SP 163.850

A Febre

O que é a febre? Por que temer esse sintoma de modo tão desesperador?

A febre é o aumento da temperatura corporal até um certo nível. O nível é determinado pelo modo que ela é aferida.

Ela é a resposta natural a uma grande gama de ocasiões, sendo a mais comum  uma infecção.

É possível aferir a temperatura pela boca, axilas, ouvidos, testa e reto. Cada local tem suas vantagens e desvantagens de uso.

De uma maneira geral, uma temperatura acima de 37,8ºC  obtida em casa, com termômetros facilmente encontrados em farmácias, já pode ser considerada febre, e necessita de maior atenção dos pais.

De todo modo, o valor da temperatura, seja 38ºC ou 40ºC,  é menos importante do que o quão doente seu filho, ou filha, aparenta estar. A febre é apenas um dado a mais, dentro de um todo que representa uma criança.

Então vamos lá, qual a melhor maneira de aferir a temperatura de uma criança em casa?

Utilizando uma termômetro axilar, o mais comum em nosso país, deixe-a calma, em um ambiente neutro, não muito coberta, aguarde de 3 a 4 minutos, caso use um termômetro de vidro, ou pelo sinal do termômetro digital. Anote o valor, para não se esquecer.

Uma temperatura elevada pode ser causada por um resfriado, uma gripe, infecção de vias aéreas, das vias urinárias ou intestinais. Ou seja, não é a febre que está causando o verdadeiro mal, mas sim o vírus ou bactéria que está atacando o organismo da criança.

Não existe embasamento científico suficiente para a crença de que o crescimento dos dentes cause febre.

Assim que a febre for notada, a criança deve ser levada a um serviço médico se:

  • Ela for menor de 3 meses, mesmo que pareça estar bem. E, se nenhum médico lhe indicou uso de qualquer antitérmico, não use.
  • A criança tiver  entre 3 meses e 3 anos, com aparência ruim, doente, com recusa de líquido, e temperatura crescente.

Crianças de qualquer idade devem ser levadas a um serviço médico se:

  • A temperatura aferida for de 40ºC
  • Convulsões acompanham a febre
  • Febre que são persistentes, mesmo com uso de antitérmicos
  • A criança tem alguma comorbidade, como problemas no coração, câncer, lupus, ou anemia falciforme e está com febre
  • Febres que cursam com manchas na pele

Para confortar uma criança com febre você pode oferecer água em abundância, sucos e chás. Manter a criança em um local calmo, encorajando-a a descansar. Compressas podem ser reconfortantes, assim como banhos mornos.

Nunca é uma boa ideia realizar compressas com álcool em uma criança. E jamais dê ácido acetilsalicílico (aspirina) para uma criança para combater a febre.

Ao levar a criança ao pediatria, este irá procurar a causa deste sintoma. Ele poderá solicitar exames de imagem e exames de sangue somente se o exame físico não esclarecer o foco de uma provável infecção.

Antibióticos não tratam febre, eles serão indicados apenas se a causa desta for uma infecção por bactérias, pois se os causadores forem os vírus, não haverá necessidade de seu uso também.

Remédios que combatem a febre como a dipirona, o paracetamol e o ibuprofeno podem ser indicados, mas não são sempre necessários. Uma criança acima de 3 meses, com temperatura elevada, mas menor que 38,9ºC e que aparenta estar saudável, agindo de modo normal não precisa de tratamento.

Toda dúvida deve ser tirada com seu médico, jamais dê remédios por conta própria.

Dr. Thiago Olivetti Artioli CRM-SP 163850

 

 

 

 

 

Como os rins podem adoecer?

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Aqui será falado sobre doença glomerular, que é o nome de uma doença que afeta os rins. Estes são órgãos que fazem parte do trato urinário que participam da produção de urina.

Todo rim tem duas partes:

Uma parte que filtra o sangue, retirando as impurezas e o excesso de álcool e água

Uma parte que coleta a urina

Na doença glomerular a primeira parte não está funcionando de modo adequado. Como resultado, substâncias que não deveriam estar na urina como sangue e proteínas podem aparecer por lá.

Essa doença renal pode se desenvolver rapidamente ou durante um longo período de tempo, sendo que existem vários tipos de doenças glomerulares e cada uma pode ter uma causa diferente.

Algumas vezes elas podem causar doenças muito graves, levando a insuficiência renal aguda, o que significa que os rins param de funcionar adequadamente.

Elas podem causar também doença renal crônica, que pode ser entendido como a parada lenta do funcionamento dos rins.

Os sintomas dependem do tipo de doença glomerular que a criança pode ter e o que poderia a estar causando. Estes podem ser:

  • Sangue na urina, ou urina avermelhada, rosada ou marrom.
  • Inchaço das mãos, da face, pés, ou barriga.
  • Sensação de cansaço.
  • Urinar pouco.

Algumas  pessoas podem nem mesmo apresentar sintomas, e acabam descobrindo o problema durante um exame de rotina.

Existem vários exames e testes diagnósticos para doenças glomerulares, que vão desde exames de sangue e urina, até ultrassonografia dos rins e biópsia, que é a retirada de uma pequena porção do rim para poder ser analisado por um médico patologista.

O tratamento de uma doença glomerular depende dos sintomas, o que está causando os sintomas e o quão rápido a doença está avançando.

Algumas não precisam de tratamento, mas apenas controle. Outras podem apresentar resolução sem uso de medicamentos específicos.

Quando há necessidade de tratamento, este pode incluir:

  • Medicamentos chamados esteroides.
  • Medicamentos muito fortes, os quais são capazes de desligar o sistema imune de uma criança.
  • Diuréticos, os quais fazem o pacientes urinar mais.
  • Anti-hipertensivos, pois algumas glomerulonefrites podem cursar com aumento da pressão arterial.
  • Hemodiálise, que é o procedimento em que uma máquina bombeia o sangue para fora do corpo, filtra e o reorganização para o corpo.
  • Diálise peritoneal, um procedimento que pode ser realizado até mesmo em casa, diariamente. Ele envolve a colocação de um fluido especial dentro da barriga da criança, o qual coleta o excesso de sal e água no sangue. Após o procedimento o fluido é drenado para fora do corpo.

Há ainda o transplante renal, usado quando a equipe médica decide que o melhor é a colocação de um rim saudável dentro do corpo de um paciente com doença renal.

Na maior parte das vezes em que um diagnóstico de doença renal glomerular é feito para os pais de uma criança, a palavra pode parecer estranha e o desconhecimento sobre o funcionamento de um dos órgãos mais complexos do corpo humano, como os rins, pode assustar.

Sempre tire suas dúvidas com seu médico e busque informações de fontes confiáveis, as quais ele mesmo pode indicar.

Dr. Thiago Olivetti Artioli CRM-SP 163850

Não vai passar xarope, doutor?

Xaropes que combatem a tosse não são recomendados, em especial no tratamento de infecções de via aérea superior. A justificativa é simples: a tosse auxilia na limpeza das secreções do trato respiratório, e suprimi-la pode resultar na retenção de muco e aumentar o risco de obstrução das vias aéreas.

É indiscutível que durante momentos de crise de tosse pode haver piora do sono da criança, do rendimento escolar, e ainda de suas habilidades para brincar. Então o que há para fazer para ajudar a criança com tosse?

A hidratação adequada é o primeiro passo, uma criança desidratada sofre mais com a tosse.

Oferecer sopas também pode auxiliar, em especial a canja, um prato que por si só pode oferecer tudo o que um indivíduo precisa para combater um resfriado, desde líquido, carboidratos presentes no arroz, até as proteínas da carne de frango.

E finalmente, o mel. O uso está indicado para crianças maiores que 1 ano, frente ao risco de botulismo, e pode ser oferecido na quantidade de 2,5 a 5,0ml para melhorar a crise de tosse durante um quadro de resfriado, sendo indicado pela Organização Mundial de Saúde e Academia Americana de Pediatria.

O mel foi o foco de alguns estudos científicos para avaliar sua eficácia e os resultados demonstraram uma melhora na freqüência da tosse, gravidade e irritabilidade das crianças que fizeram seu uso. Além disso, há uma revisão sobre o uso do mel para tosse, realizada em 2014 pelo renomadíssimo grupo Cochrane apontando benefícios de seu uso. Essa revisão pode ser acessada em inglês aqui.

Resumindo, as vovós tinham razão: melhor do que qualquer xarope, tomar água, uma sopa quente, e um pouco de mel podem melhorar a noite de uma criança resfriada e com tosse.

Dr. Thiago Olivetti Artioli CRM-SP 163850

Isso é asma.


Asma, bronquite alérgica, bronquite asmática, ou chiado alérgico, é uma doença que faz com que o paciente fique com muita dificuldade de respirar. Esta não é uma doença que causa sintomas o tempo todo, mas quando um paciente tem uma crise pode ser muito assustador.

Neste momento crítico as vias aéreas ficam muito estreitas e inflamadas e a criança apresenta muita dificuldade para respirar.

Os sintomas mais comuns são:

  • Chiado no peito.
  • Tosse seca, especialmente à noite, início da manhã, ou ao realizar exercícios.
  • Sensação de aperto no peito.
  • Dificuldade para respirar.

A gravidade dos sintomas é classificada segundo a frequência que eles aparecem no paciente.

Existem testes que podem indicar o diagnóstico de asma. A maioria das crianças com mais de 6 anos de idade conseguem realizá-los.

O que os pais precisam notar e saber durante uma consulta é o tipo de sintoma da criança, a frequência deles, se a falta de ar atrapalha o sono, o momento que aparecem, o que piora e o que melhora os sintomas.

O tratamento da asma utiliza de vários medicamentos, que podem ser inaladores, líquidos, ou pílulas. A prescrição depende do objetivo, se há necessidade de resolver o problema momentaneamente ou a longo prazo, e também qual o mais adequado frente a idade da criança.

Os sintomas de asma podem ser prevenidos com o uso adequado das medicações prescritas pelo seu médico. Você poderá também evitar o contato da criança com gatilhos de crise da doença que serão esclarecidos a cada consulta que realizar.

Os gatilhos mais comuns são:

  • Ficar doente com resfriado ou gripe.
  • Ácaros, mofo, animais de pelúcia, pólen, e outros alérgenos comuns.
  • Fumaça de cigarro.
  • Exercícios físicos.
  • Mudança no tempo.

O maior medo de um diagnóstico de asma para uma criança envolve como isto irá alterar sua vida. O importante é saber que seguir as indicações médicas da maneira mais correta possível permitirá uma vida ativa, sem grandes sacrifícios, para um indivíduo com asma.

Evite os gatilhos, siga um plano traçado com seu médico, note alterações dos sintomas e sempre use as medicações de controle.

Dr. Thiago Olivetti Artioli CRM-SP 163850 

Bronquiolite não é bronquite.


A bronquiolite é uma infecção que afeta uma parte dos pulmões chamada bronquiolo. Estes são a parte tubular pequena que se rafimifica para carrear o ar para dentro e para fora dos pulmões. Quando esses tubos estão infectados eles ficam inchados e cheio de muco, o que torna a respiração extremamente difícil para uma criança

Geralmente é uma doença que afeta menores de 2 anos de idade. Na maioria das crianças, a bronquiolite tem resolução sozinha, mas algumas necessitam de avaliação médica. A causa mais comum é um vírus, o qual tem um nome curioso: Vírus Sincicial Respiratório.

Esse vírus, assim como outros que podem causar a bronquiolite são transmitidos pessoa a pessoa, pois eles estão presentes em partículas de secreção exaladas durante o ato de tossir e espirrar.

Essa doença tem um início similar a um resfriado, que pode começar com coriza nasal, tosse seca, febre e uma dificuldade para se alimentar.

Assim que a bronquiolite progride, outros sintomas aparecem:

  • Aumento da frequência respiratória
  • Dificuldade para respirar
  • Chiado no peito
  • Tosse
  • Dificuldade para se alimentar ainda maior

Sempre que houver dúvida sobre o estado de saúde de uma criança, há necessidade de avaliação médica. Todavia, após uma primeira visita com o diagnóstico da bronquiolite, o médico pode lhe explicar alguns sinais de alerta da doença, os quais indicam necessidade de retorno ao serviço médico, pois significam provável piora do estado clínico da criança:

  • Presença de esforço para respirar com afundamento da porção entre as costelas da criança.
  • Narinas que apresentem aumento da movimentação com a respiração.
  • Crianças menores de 3 meses que iniciem quadro febril.
  • Diminuição do número de fraldas com urina.

A bronquiolite é uma doença cuja evolução geralmente cursa com um momento de piora, a qual geralmente ocorre entre o 5º e o 6º dias do início da doença. O médico que avalia uma criança sempre leva esse fato em consideração para avaliar a necessidade de internação de uma criança.

O tratamento foca em oferecer à criança quantidade suficiente de oxigênio, e para fazer isso o serviço médico terá de retirar o muco do nariz do paciente para que ela respire melhor, oferecer inalações e oxigênio umidificado. Caso haja necessidade, medidas mais invasivas como a intubação podem ser realizadas.

Realizado um diagnóstico de bronquiolite, dificilmente haverá indicação de uso de antibióticos, pois essa é uma doença viral, e antibióticos não funcionam com vírus.

Caso a criança possa ser cuidada em casa, os cuidados oferecidos para que ela se sinta melhor passam por:

  • Oferecer quantidade correta de água.
  • Manter amamentação exclusiva se a criança tiver menos de 6 meses de idade.
  • Limpar o nariz da criança, se houver muita coriza e muco.
  • Observar qualquer sinal de alerta.
  • Impedir que fumem perto da criança.
  • Usar corretamente as medicações sintomáticas indicadas pelo seu médico.

As chances de adquirir a bronquiolite e suas piores complicações diminuem consideravelmente com a higiene correta das mãos, não se expor a indivíduos doentes, e manutenção da carteira vacinal sempre em dia.

Dr. Thiago Olivetti Artioli CRM-SP 163850